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Bem ou mal… um novo Brasil


Eleições terminadas.

Precisamos ter muito cuidado com o acirramento dos ânimos que foi gerado durante toda esta campanha presidencial.

Devemos aproveitar todo este olhar político e crítico que se desenvolveu para mantê-lo e desenvolvê-lo de forma construtiva para a política nacional.

O grande perigo dessa divisão que se viu nas urnas, somada ao acirramento dos ânimos verificado nas ruas e nas redes sociais, é que se crie um ambiente de revanchismo. O revanchismo, neste momento, arrastará o Brasil para um buraco maior, mais profundo e escuro do que este em que nos encontramos, trazendo risco à nossa democracia.

Brasil eleicao

Pensemos o Brasil neste momento de mente aberta, com debate de ideias, coerência, criticas bem fundamentadas ao que se mostre errado, além de menos ideologismo.

Em uma última análise de todo este processo, ponto positivo para Presidente Dilma que discursou conclamando a união do país e tentando acalmar os ânimos mais inflamados. Ponto negativo para Lula, que em discurso já começou com chacota, gritando “perdeu Playboy” para Aécio em discurso ao fim da eleição.

Dilma declarou que se sente mais madura e preparada para exercer seu novo mandato, o que aparenta ser verdade em seu discurso de tons conciliadores, diferente da ala mais radical do PT e do próprio Lula que sinalizam continuar com o velho discurso sectário do “nós e eles”, que apenas estimula o ódio e a segregação entre classes sociais, regiões, religiões, posicionamentos políticos, etc..

Com esse bom-senso demonstrado neste primeiro discurso fico aqui imaginando a presidente eleita assumindo o papel de “DilMÃE” (como os petistas gostam de chamá-la) e dando um “pito” em Lula:

– Lula, seu menino. Não faça assim com os coleguinhas. Precisamos de todo mundo pra construir um Brasil decente. Comporte-se melhor da próxima vez

Boa sorte a todos nós…!!!

Sobre Rogério Portela

Rogério Portela é nascido em São Paulo, casado,pai babão, geógrafo, professor, cinéfilo, músico guitarrista amador, judoca, ex-escoteiro, ex-colecionador de quadrinhos, fã de música (boa) principalmente rock n' roll, leitor contumaz de filosofia, sociologia e temas que botem em cheque nossas certezas ou a falta delas.

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