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Mulher-Maravilha. De volta aos holofotes – Parte 2

Com tantos boatos sobre o novo filme do Homem de aço e do Cavaleiro das trevas, quem chega chutando várias bundas é uma amazona de nome Diana Prince. Sim, ela mesma, a Mulher-Maravilha. Nada da sua versão cinematográfica tão aguardada, mas sim da série de TV produzida e criada por David E. Kelly (Boston Legal, Ally McBeal).

Sobre a série, talvez melhor não esperar a qualidade das histórias em quadrinhos da heroína ou, até mesmo, uma grande série de ação e aventura. Eu tenho medo do que vem por aí, ainda mais sabendo que seu criador está em território novo e desconhecido. David E. Kelly é lembrado por criar séries de advogados e relacionamentos pessoais com toques de humor. Claro que suas séries foram de grande sucesso, ganhando vários prêmios, mas sei lá, medo de vir outro Smallville ou do remake da Mulher Biônica.

Vejam o que ele disse sobre seu envolvimento neste projeto:

A princípio eu o recusei, pelas razões óbvias. Não é realmente meu estilo, não é um gênero que eu domino. Mas daí comecei a pensar: ‘E se essa pessoa existisse no mundo de hoje? Como seria ser como ela? ’ E fiquei imaginando como seria o isolamento social que ela deveria sentir e que ela provavelmente seria uma fera complicada. Quando comecei a pensar em todas essas complicações e nas camadas potenciais dessa super-heroína, fui ficando cada vez mais intrigado. Foi também algo que me deu um pouco de medo, mas isso é bom. Todo escritor deve sair de sua zona de conforto, e este projeto estava fora da minha.” Eu respirei fundo e decidi seguir em frente. Não me comprometi de verdade até terminar o roteiro. Minha ideia foi tentar escrevê-lo e, se não gostasse do meu próprio resultado, dizer ‘não’. Se eu visse que era algo em que acreditava, aceitaria o trabalho. E acabou se tornando algo que eu gostei muito. Foi difícil, mas me diverti bastante escrevendo. E tanto a Warner Bros. quanto a DC responderam de forma bastante positiva – e lá fomos nós.

A escolha da personagem título gerou uma grande expectativa e a vencedora foi a atriz Adrianne Palicki (série “Friday Night Lights”). Eu achei que seria alguém mais “cavala”, com um porte mais próximo dos quadrinhos. Mas depois que vi sua caracterização com a personagem, não nego que acabei gostando. Só o futuro pode dizer se ela será tão lembrada quanto Lynda Carter, a eterna Mulher-Maravilha.

E fala sério, a atriz no novo traje da WW é de cair o queixo, de babar, de arregalar os olhos, de escrever no azulejo, opa….rs..exagerei….Mas olha aí e diz que não é!!!!!

Aliás, a vilã do episódio piloto é a atriz Elizabeth Hurley. Espero que as escolhas para as outras convidadas continuem nesse patamar. Se a série for ruim, pelo menos terá um bom motivo para o público masculino acompanhar.

O uniforme da WW foi muito comentado e criticado. A primeira imagem da personagem parecia que tinha pulado da série infantil Lazy Town. Depois das reclamações do público, mudaram um pouco, principalmente nas cores berrantes. O que se sabe é que a personagem terá três uniformes: um com a calça colada, outro com uma calça normal e estrelada, e um último com os shorts (lembrando o traje da série antiga talvez). Só espero que não inventem de colocar uma jaqueta, igual usam ultimamente nos quadrinhos. Calça e jaqueta? Pô, só falta ela usar gola rolê. Na série dos anos 70, Lynda Carter mostrava mais o corpo que nessa nova versão. Tão de sacanagem.

O enredo informado pela NBC diz que Diana Prince, a Mulher-Maravilha, é uma moça moderna que tenta equilibrar todos os elementos de sua vida fantástica: ora ela é presidente das Indústrias Themyscira, ora é uma combatente do crime em Los Angeles.

Agora é esperar setembro para conferir a nova série da Mulher-Maravilha e ver também se ela mostra logo essas pernas, porque o decotão já está lá.

*fonte de pesquisa: Pipoca Moderna (http://pipocamoderna.mtv.uol.com.br)

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Sobre Emerson Lara

Cinéfilo. Colecionador de filmes, séries, quadrinhos, action figures. Fundador e Editor chefe do Central 42.

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